segunda-feira, 27 de julho de 2015

Prorrogado período de inscrições do Curso de Formação de Guarda-Parques.

A Equipe de Conservação da Amazônia- ECAM, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade -ICMBio, a Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente-SEMA tornam pública a retificação da data constante do item 3 do Edital de Seleção do Curso de Guarda-parques, para prorrogar o período de inscrições do Curso de Guarda-Parques até o dia 31 de julho de 2015.

Edital de Retificação

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Inscrições abertas para Curso de Formação de Guarda-Parques.


A Equipe de Conservação da Amazônia - ECAM, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, a Universidade Federal do Amapá - UNIFAP e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente - SEMA tornam pública a realização do Curso de Formação de Guarda-Parques no âmbito do Projeto Capacitar para Conservar - Fortalecendo a Gestão de Áreas Protegidas no Estado do Amapá. O curso será financiado com recursos do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
O curso será realizado no período de 11 a 31 de agosto de 2015, totalizando a carga horária de, aproximadamente, 200 horas; será certificado pela UNIFAP como um Curso de Extensão; e possui a chancela da Associação Brasileira de Guarda-Parques e da International Ranger Federation.
A inscrição será realizada no período de 17 a 25 de julho de 2015.

O presente edital tem o objetivo de convocar os interessados a participar do curso de formação, apresentar os requisitos exigidos, os critérios de seleção e explicitar a composição da Comissão Avaliadora, responsável pela escolha dos participantes.


quarta-feira, 11 de março de 2015

CPPTA encerra suas atividades no Vale do Jari

O Curso Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais (CPPTA), sobre a organização do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT) e Estação Ecológica (ESEC) do Jari, juntamente com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), encerrou hoje suas atividades na região do Vale do Jari(Laranjal do Jari-AP, Vitória do Jari-AP e Monte Dourado-PA).
Professores-Cursistas na ESEC Jari. Foto: Maksuel Martins. 

O objetivo do curso foi de capacitar professores da rede pública de ensino com enfoque de preservação e conservação do meio ambiente, além de contribuir para o aprimoramento dos profissionais na construção de projetos interdisciplinares e, ao mesmo tempo despertar o olhar deles para os problemas ambientais da comunidade onde vivem. O curso utiliza as Unidades de Conservação (UC) como Referência em Educação Ambiental.


Na ocasião foram entregues certificados aos professores, técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente que participaram do CPPTA do Vale do Jari, na Câmara Municipal de Laranjal do Jari. Durante o evento foi exposto vídeos mostrando resultados dos projetos feitos pelos cursistas. Os analistas ambientais do PNMT e da ESEC Jari mostram-se bastante satisfeito com o resultado do projeto.


O Curso Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais  do Vale do Jari conta com o apoio da Organização Não Governamental WWF-Brasil, Fundação Jari e do Programa Áreas Protegidas da Amazônia.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Projeto capacita professores para levar a biodiversidade local para as salas de aula do entorno do Tumucumaque

O projeto Biodiversidade nas Costas - Tumucumaque tem como objetivo a formação de professores  da rede pública dos municípios amapaenses do entorno do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, tendo a biodiversidade como tema motivador.

A ideia é preconizar o estudo dirigido dos principais debates científicos e políticos mundiais sobre biodiversidade, visando a elaboração participativa de instrumentos educacionais e peças de comunicação para mobilização e engajamento social na temática.

A concepção inicial dos instrumentos educacionais foi desenvolvida por professores e alunos dos Colegiados de Ciências Biológicas e Geografia da Universidade Federal do Amapá e esses materiais estarão contidos em um kit-mochila (daí o nome “Biodiversidade nas Costas”) para formação e aplicação em espaços educadores do estado (salas de aula, Unidades de Conservação, ONGs locais e fóruns sociais). Com esse objetivo, busca-se consolidar a agenda ambiental a partir da temática biodiversidade nos currículos escolares e demais circuitos de aprendizagem no Estado do Amapá.

O texto base trabalhado foi o Plano de Manejo do Parque, aprovado desde março de 2010, e foi resultado da análise de um conjunto de estudos que focaram em investigações sobre fauna, flora, características socioeconômicas das comunidades do entorno e demais aspectos que compõem a rica paisagem natural e social dessa porção do Amapá.

Traduzir esse documento para uma linguagem mais didática e, até mesmo, lúdica, propicia o acesso da população amapaense à compreensão mais detalhada sobre seu estado.

O Projeto Biodiversidade nas Costas - Tumucumaque atenderá educadores do Plano Nacional de Formação de Professores (PARFOR) que atuam nos municípios de Oiapoque, Calçoene, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari. A oficina que ocorrerá no período de 20 a 25 de fevereiro, em Macapá, contemplará a próxima fase do Projeto, a elaboração das estratégias pedagógicas de inserção dos instrumentos educacionais no cotidiano escolar, ou seja, como desenvolver atividades com os alunos a partir desses materiais. A oficina terá dois momentos, do dia 20 ao 22 no Auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente; e o segundo que ocorrerá nos dias 24 e 25 nas dependências do Museu da Imagem e do Som (Teatro das Bacabeiras).

Este projeto faz parte do Programa Educação para Sociedades Sustentáveis da WWF-Brasil e é uma iniciativa do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, em Parceria com o IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado e a Universidade Federal do Amapá.

Informações: 3243 1555 / 8129 5107 / 8806 5122

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Operação combate caça ilegal no Paque Tumucumaque e Flona do Amapá


Como parte do Programa de Proteção do PNMT e da FLONA, o ICMBio e o Batalhão Ambiental realizaram na segunda quinzena de janeiro operação de fiscalização no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e Floresta Nacional do Amapá. Foram encontrados três caçadores nestas unidades de conservação, um próximo ao rio Feliz e dois próximos ao rio Falsino.

Os caçadores portavam armas longas sem registro, inclusive de características cujo porte não é permitido, e por isto foram conduzidos pelo Batalhão Ambiental para as delegacias de polícia civil de Pedra Branca do Amapari e Ferreira Gomes. Foram apreendidas 4 espingardas, munição, um badoque (arma artesanal utilizada em armadilhas), duas pacas (Agouti paca) e um veado-mateiro (Mazama americana). Verificou-se a presença de quantidade expressiva de penas de mutum e restos de outros animais na área do rio Falsino, indicando que a caça no local é recorrente. 

A caça é uma atividade proibida nestas áreas por ameaçar a integridade da vida silvestre local, que é protegida pelas Unidades de Conservação. A Flona do Amapá e a porção sudoeste do ParNa Tumucumaque sofrem grande pressão pelo acesso à caça, que em geral não tem objetivos de subsistência, mas costuma ser explorada para comercialização, o que representa um impacto na fauna local. A não recomposição da fauna impactada pode representar a diminuição ou até mesmo a extinção de espécies da fauna endêmica, a longo prazo. É com esta preocupação e com este cuidado de conservação da riqueza ambiental, que também representa a riqueza cultural desta região, que são realizados esforços de proteção da biodiversidade nestas áreas protegidas. 

Na região onde ocorreu a operação, bacia hidrográfica do rio Araguari, não existem moradores dentro do parque, sendo que a comunidade mais próxima está localizada a 15 km do seu limite, no assentamento agrícola Perimetral Norte. Na Flona do Amapá há três famílias morando em seu interior, que possuem boa convivência com os objetivos de conservação que o ICMBio tem a missão de cumprir.

Os caçadores que agem na região se deslocam de suas moradias, muitas vezes localizadas em comunidades ou cidades distantes a mais de 50km, para estas UCs. Há evidências de que a carne de caça é comercializada para uma clientela urbana que geralmente encomenda e arca com os custos logísticos das caçadas.

Área da Operação - Bacia do rio Araguari



Animais apreendidos durante operação no PNMT e FLONA. Foto: Érico Kauano